PROTEÍNA S LIVRE
Consulte as principais informações técnicas antes de realizar sua coleta.
PROTEÍNA S LIVRE
CBHPM - 40304787
Interpretação
A proteína S é uma glicoprotéina dependente de vitamina k, que atua como co-fator da proteina C ativada, aumentando os seus efeitos anticoagulantes e profibrinolíticos. Somente 60% da proteina S plasmática circula em complexos com a proteina ligadora C4b do complemento, enquanto o restante circula como proteína S livre. A deficiência congênita heterozigótica da proteína S é classificada em 3 tipos: -Tipo I: dminuição da concentração da atividade. - Tipo II: concentração normal e atividade diminuída. - Tipo III: concentração da proteína S total normal com proteína S livre e funcional reduzida. A avaliação da proteina S livre é indicada nos casos de suspeita de deficiência congênita de proteína S, pois ela sofre menor interferência de outras condições, como por exemplo, a presença de resistência a proteina C ativada e anticoagulante lúpico. Níveis diminuídos de proteína S podem ser encontrados em doenças hepáticas, doenças inflamatórias, tratamentos com o uso de anticoagulantes e estrógenos e na gravidez. Pacientes com o uso de anticoagulantes orais deve-se esperar pelo menos 30 dias após a interrupção do medicamento para dosar a proteína S. Recém nascidos a termo ou prematuros sadios, podem apresentar níveis diminuídos, que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias.
Instruções de preparo
Coagulação: (PTSL)
A coleta deverá ser realizada com o mínimo de trauma possível, preferencialmente, não utilizar garrote. A amostra deverá ser imediatamente transferida para o tubo de citrato, respeitando a marcação do mesmo, para que a quantidade de sangue e anticoagulante sejam proporcionais ao volume coletado. Inverter os tubos de 8 a 10 vezes, para homogeneização da amostra. Centrifugar imediatamente o tubo após homogeneização, por 15 minutos a 3000 RPM. Em seguida separar o plasma cuidadosamente em tubo de transporte. Repetir o processo de centrifugação e transferir novamente o sobrenadante para um tubo de transporte. Esse procedimento deve ser realizado para a obtenção de um plasma pobre em plaquetas. As plaquetas interferem no resultado do exame, pois podem aumentar o tempo de coagulação. Após esse procedimento, congelar imediatamente o plasma, e enviar dessa forma para o DB. É muito importante que o material chegue congelado ao DB e não sofra descongelamentos, pois dessa forma, ocorrerá interferência nos fatores e proteínas do processo de coagulação.
Critérios de rejeição
A amostra é estável por até 48 horas congelada a -20°C (PTSL)
Amostras com hemólise e lipemia acentuada, presença de coágulos, material com volume inferior ao solicitado serão rejeitadas. (PTSL)
Método
Parâmetros
A amostra é estável por até 48 horas congelada a -20°C (PTSL)
Amostras com hemólise e lipemia acentuada, presença de coágulos, material com volume inferior ao solicitado serão rejeitadas. (PTSL)